Jordi Burch

"Memory doesn't work"

Memory doesn't work

My memory, for not being rigorous, appeals to the imagination. Isn’t memory an invention? What makes it more special; being an invention or a bureaucratic file? In my case, memories work more over a lie than from some truth. They work more from what I want to remember than from what I remember. My memories do not work as metadata, but they draw an idea from me with the others and also from the others with the others. In portuguese dictionary, thus defines bureaucracy: “Bureaucracy: an administrative concept widely used, mainly characterized by a hierarchical system, with high division of responsibility, where their members invariably execute rules and standard procedures, as cogs in a machine.” Memory can be bureaucratic? You can, but it is useless.

Jordi Burch

Jordi Burch (1979), Barcelona. Foi para Lisboa ainda bebé e hoje vive em São Paulo, Brasil. Membro do coletivo de fotografia Kameraphoto desde 2007. Estudou fotografia no Ar.Co - Centro de Arte e Comunicação Visual. Tem trabalhos publicados nas revistas: Grande Reportagem, National Geographic, Playboy, Expresso, revista Pública, Egoísta, Trip, Serafina (folha de São Paulo), Courrier International, Santa Art Magazine, Financial Times Weekend Magazine, Le Monde. A partir de 2008 dedica-se intensivamente ao seu trabalho autoral. Exposições individuais: "Se não me engano, faz Angola", "O Rosto da Paisagem" (ambos com textos do escritor angolano Ondjaki), "Sacrifício", "Processo", "Amor Cachorro” e "Estamos Juntos". Estes trabalhos foram expostos em vários países. Projetos Coletivos: "Um Diário da República" e "A State of Affairs" (Kameraphoto).

Place of Exhibition

Teatro Gil Vicente

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