Génesis é tudo isso: a origem ou criação e, como em todas as criações e também na arte, a génese sucede à destruição.

Com cada criação surgem novos significados, outros juízos de valor, outras teorias científicas, novos mitos novos algoritmos e, insidiosamente, velhos erros e revivalismos que atrasam os significados desta comunidade do futuro que, com o seu desleixo e as suas utopias de felicidade não as quis e não as quer perder.

Mudanças, deslocações de povos, efeitos de catástrofe ou de perseverança, criação e destruição, — o alfa e o ómega de uma cultura — e que, consensualmente, nos aparecem como a essência das novas artes visuais .